Gilvane Felipe reúne-se, hoje, com Simão Cirineu Dias para disponibilizar recursos do Tesouro ao Fundo Estadual
O secretário de Cultura do Estado, Gilvane Felipe, reúne-se, hoje, com o secretário da Fazenda, Simão Cirineu Dias, para acertar a data da disponibilização de R$ 15 milhões para o Fundo Estadual de Cultura. Aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás no ano de 2006, a lei foi regulamentada apenas em 2012, informa o titular da Pasta. Ela vincula um porcentual do orçamento líquido do Estado para a área cultural, relata.
Com a liberação dos recursos financeiros pelo Tesouro Estadual, a Secult lançará até 15 editais para as múltiplas áreas, revela. Os autores dos projetos selecionados receberão em dinheiro, de forma diferente como ocorre, hoje, com a Lei Goyazes. O aumento dos recursos destinados ao Fundo de Cultura será gradativo. Segundo ele, o montante em 2014 será de R$ 35 milhões. Mais: no ano de 2015, a verba chegará a R$ 50 milhões.
Animado, ele lembra que o Palácio das Esmeraldas dobrou ainda o teto para a captação de recursos aos projetos amparados pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, de R$ 5 milhões para R$ 10 milhões já em 2013. Tudo indica que serão duas edições este ano, uma encerrada em fevereiro e outra em agosto. Gilvane Felipe informa ao Diário da Manhã que Goiás poderá receber em 2013 recursos financeiros do Fundo Nacional de Cultura.
O historiador anuncia a realização da 15ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental. O Fica está programado para 2 a 7 de julho, na Cidade de Goiás. O processo de contratação da Oscip está em fase de licitação. O edital prevê uma quota de dois filmes goianos na Mostra Competitiva, ao contrário do ano anterior. Já a Mostra da ABD terá R$ 120 mil para a premiação das melhores produções cinematográficas.
O secretário de Cultura do Estado, Gilvane Felipe, reúne-se, hoje, com o secretário da Fazenda, Simão Cirineu Dias, para acertar a data da disponibilização de R$ 15 milhões para o Fundo Estadual de Cultura. Aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás no ano de 2006, a lei foi regulamentada apenas em 2012, informa o titular da Pasta. Ela vincula um porcentual do orçamento líquido do Estado para a área cultural, relata.
Com a liberação dos recursos financeiros pelo Tesouro Estadual, a Secult lançará até 15 editais para as múltiplas áreas, revela. Os autores dos projetos selecionados receberão em dinheiro, de forma diferente como ocorre, hoje, com a Lei Goyazes. O aumento dos recursos destinados ao Fundo de Cultura será gradativo. Segundo ele, o montante em 2014 será de R$ 35 milhões. Mais: no ano de 2015, a verba chegará a R$ 50 milhões.
Animado, ele lembra que o Palácio das Esmeraldas dobrou ainda o teto para a captação de recursos aos projetos amparados pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, de R$ 5 milhões para R$ 10 milhões já em 2013. Tudo indica que serão duas edições este ano, uma encerrada em fevereiro e outra em agosto. Gilvane Felipe informa ao Diário da Manhã que Goiás poderá receber em 2013 recursos financeiros do Fundo Nacional de Cultura.
O historiador anuncia a realização da 15ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental. O Fica está programado para 2 a 7 de julho, na Cidade de Goiás. O processo de contratação da Oscip está em fase de licitação. O edital prevê uma quota de dois filmes goianos na Mostra Competitiva, ao contrário do ano anterior. Já a Mostra da ABD terá R$ 120 mil para a premiação das melhores produções cinematográficas.
Workaholic, ele revela a realização, na primeira semana de junho, do Festival Internacional de Música de Goiás (Figo), em Goiânia e Pirenópolis. Com jazz, blues, blues-rock e música instrumental, destaca o dirigente. Ele conta que a Secult, em parcerias com os Ministérios da Educação, Cultura e a Secretaria de Ciência e Tecnologia, irá qualificar 300 agentes culturais por semestre e dará uma bolsa mensal de R$ 160 a cada um.
Apesar de afirmar que não se trata de uma ação da sua Pasta, Gilvane Felipe frisa que o show do ex-Beatles Paul Macartney será realizado dia 6 de maio, no Estádio Serra Dourada. Em uma negociação direta da Casa Verde e do mercado com os produtores do espetáculo. Ele promete novidades para o Canto da Primavera, a ser realizado no segundo semestre. O Festival de Teatro de Porangatu será melhor do que a edição de 2012, atira.
Bem-humorado, ele diz que acompanhará, amanhã, na Cidade de Goiás, Patrimônio Cultural da Humanidade, ao lado do governador do Estado, Marconi Perillo (PSDB), e da primeira-dama, Valéria Perillo, a tradicional Procissão do Fogaréu. O secretário estadual de Cultura diz aprovar a criação do Vale Cultura, projeto da ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT-SP). "É mais dinheiro circulando na área cultural", explica.
Apesar de afirmar que não se trata de uma ação da sua Pasta, Gilvane Felipe frisa que o show do ex-Beatles Paul Macartney será realizado dia 6 de maio, no Estádio Serra Dourada. Em uma negociação direta da Casa Verde e do mercado com os produtores do espetáculo. Ele promete novidades para o Canto da Primavera, a ser realizado no segundo semestre. O Festival de Teatro de Porangatu será melhor do que a edição de 2012, atira.
Bem-humorado, ele diz que acompanhará, amanhã, na Cidade de Goiás, Patrimônio Cultural da Humanidade, ao lado do governador do Estado, Marconi Perillo (PSDB), e da primeira-dama, Valéria Perillo, a tradicional Procissão do Fogaréu. O secretário estadual de Cultura diz aprovar a criação do Vale Cultura, projeto da ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT-SP). "É mais dinheiro circulando na área cultural", explica.
Ex-marxista, o titular da Secult parece concordar com a filósofa Marilena Chauí (SP). A professora da Universidade de São Paulo (USP), em conferência realizada no Centro Cultural Oscar Niemeyer, afirmou que a 'análise ufanista' do PT e do PMDB nacionais de suposta criação de uma nova classe média no Brasil, pós-10 anos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, seria mera "bobagem sociológica".
"O que houve foi uma transferência de renda das classes médias para as camadas inferiores da sociedade brasileira", avalia. Segundo ele, nem Lula e muito menos Dilma mexeram na riqueza e na renda das classes dominantes (da burguesia). "E isso é populismo. Trata-se de uma discussão teórica. Mas não deixou de ter as suas importâncias política e social", acredita. Gilvane Felipe é ex-dirigente do Partido Comunista do Brasil, legenda fundada no Brasil em 25 de março de 1922.
Com uma tese de doutorado sobre a Guerrilha do Araguaia, ele relata que o conflito deflagrado pelo PCdoB, entre 1972 e 1975, no Norte de Goiás (atual Tocantins) e Sul do Pará, teria sido programado para ser uma guerra popular prolongada, com inspiração nas táticas e estratégias formuladas por Mao Tsé-Tung, na China. "Mas, na prática, virou um foco guerrilheiro", destaca. O número de mortos na guerrilha pode chegar a 60.
Gilvane Felipe quer que a Comissão da Verdade elucide as circunstâncias das mortes e desaparecimentos dos guerrilheiros comunistas no Araguaia. O Brasil tem o direito a recuperar a memória e a verdade dos anos de chumbo da ditadura civil e militar, insiste. É fundamental para a consolidação da democracia no País, frisa. A Lei de Anistia, de 1979, deixou essa questão em aberto, sublinha. "Um período negro", dispara.
Com uma tese de doutorado sobre a Guerrilha do Araguaia, ele relata que o conflito deflagrado pelo PCdoB, entre 1972 e 1975, no Norte de Goiás (atual Tocantins) e Sul do Pará, teria sido programado para ser uma guerra popular prolongada, com inspiração nas táticas e estratégias formuladas por Mao Tsé-Tung, na China. "Mas, na prática, virou um foco guerrilheiro", destaca. O número de mortos na guerrilha pode chegar a 60.
Gilvane Felipe quer que a Comissão da Verdade elucide as circunstâncias das mortes e desaparecimentos dos guerrilheiros comunistas no Araguaia. O Brasil tem o direito a recuperar a memória e a verdade dos anos de chumbo da ditadura civil e militar, insiste. É fundamental para a consolidação da democracia no País, frisa. A Lei de Anistia, de 1979, deixou essa questão em aberto, sublinha. "Um período negro", dispara.
O secretário de Estado da Cultura revela estar em conflito com a executiva do PPS, seu partido, em Goiás. Ele acusa a direção socialista de querer lotear os cargos comissionados existentes em sua Pasta para os militantes da legenda. "Não aceito. Isso não é republicano nem democrático. Essa motivação é nociva aos interesses da Cultura. A Secult é da sociedade. Não é do partido. Até Roberto Freire, presidente nacional do PPS, concorda."
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fonte:http://dm.com.br/
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